Opel tendências em carros familiares para 2025

descubra as últimas tendências da opel em carros familiares para 2025, com inovação, conforto e design moderno para toda a família.

Opel entra em 2025 com os holofotes apontados para os carros familiares, empurrada por uma transformação profunda na tecnologia automotiva, por novas regras europeias de emissões e por famílias portuguesas cada vez mais exigentes em matéria de segurança veicular, conectividade e custos de utilização. A clássica imagem de “carro da família” em formato carrinha está a dar lugar a uma mistura de SUV, híbridos plug-in e carros elétricos, onde o design automotivo e a sustentabilidade deixaram de ser detalhes opcionais e passaram a ser argumentos centrais de compra.

Nas estradas portuguesas, do centro de Lisboa à A28 no Norte ou à icónica EN125 no Algarve, nota-se uma mudança de perfil: famílias que antes escolhiam apenas pelo espaço e pelo preço agora perguntam pela autonomia de condução em modo elétrico, pelos sistemas de apoio à condução em autoestrada e pelos custos de carregamento em casa ou em postos públicos. Ao mesmo tempo, o orçamento continua a mandar, e modelos como Frontera e Grandland surgem como alternativas que tentam equilibrar mensalidades razoáveis com equipamentos típicos de segmentos superiores. Entre incentivos à mobilidade elétrica em Portugal e um mercado de usados bastante dinâmico, a decisão tornou‑se mais complexa, mas também mais interessante para quem gosta de comparar, testar e escolher com calma.

Em breve

  • Tendências Opel em carros familiares: foco em SUVs, eletrificação e novas soluções de espaço para famílias portuguesas.
  • Sustentabilidade e carros elétricos: aumento da oferta de modelos de zero ou baixas emissões e integração com a realidade da mobilidade elétrica em Portugal.
  • Segurança veicular avançada: generalização de assistentes de condução, travagem automática e proteção específica para crianças.
  • Design automotivo familiar: linhas mais robustas, interiores modulares e ambientes digitais pensados para viagens longas.
  • Mercado português: papel dos SUVs compactos, das carrinhas espaçosas e até dos usados de marcas como Skoda e Kia na escolha final.

Opel e as principais tendências em carros familiares para 2025

Entre todas as marcas generalistas presentes em Portugal, a Opel é uma das que mais claramente reposicionou a sua gama em torno dos carros familiares. Os lançamentos recentes de Frontera e Grandland, ambos com variantes eletrificadas, mostram como a marca alemã percebeu que, para muitas famílias portuguesas, o carro é quase uma extensão da casa: tem de servir para levar crianças à escola, enfrentar o trânsito urbano, viajar com bagagem até ao Gerês ou ao Alentejo e, ao mesmo tempo, não arruinar o orçamento mensal.

Uma das tendências mais fortes é a expansão dos SUVs médios e compactos com espaço digno de monovolume. O novo Frontera, por exemplo, aposta numa carroçaria robusta, bagageira generosa e versões eletrificadas em todas as variantes, algo que responde à procura daqueles casais que querem “um carro para tudo”: ir à praia com pranchas, transportar bicicletas ou simplesmente carregar carrinhos de bebé, cadeirinhas e mochilas escolares. Essa fusão entre espírito de aventura e sentido prático é particularmente relevante num país onde fins de semana fora e viagens de Norte a Sul são cada vez mais comuns.

No segmento imediatamente acima, o Grandland renova‑se como SUV familiar com aspirações premium, juntando sistemas avançados de segurança veicular, interior com bancos confortáveis e uma bagageira com mais de 1.600 litros de capacidade máxima. Para famílias que fazem muitos quilómetros em autoestrada — por exemplo, quem vive em Santarém e trabalha em Lisboa, ou quem faz regularmente Porto–Coimbra — esse equilíbrio entre conforto, insonorização e consumo moderado é decisivo. A possibilidade de escolher tecnologias híbridas plug-in ajuda também quem tem garagem com tomada e quer reduzir o gasto em combustível.

Outra tendência relevante é a digitalização a bordo. Painéis totalmente digitais, integração com smartphone, atualizações de software e serviços conectados deixam de ser extras de luxo e passam a ser parte do pacote de carros familiares. Na prática, isto significa viagens mais tranquilas, rotas de navegação otimizadas e melhor gestão da autonomia, quer se trate de motores térmicos, híbridos ou carros elétricos. As crianças, por sua vez, beneficiam com portas USB suficientes e com sistemas de infotainment que transformam uma viagem Lisboa–Porto em algo menos dramático do que há alguns anos.

Por fim, na reta final desta década, o mercado português mostra outra mudança de paradigma: o carro familiar já não é necessariamente uma única solução. Muitas famílias ponderam ter um elétrico para o dia a dia e um segundo carro mais vocacionado para viagens longas ou para o trabalho. A Opel insere‑se nesse contexto com produtos pensados para serem o “carro principal”, mas que convivem bem com soluções de partilha, transportes públicos e novas formas de mobilidade urbana. O resultado é uma gama que dialoga com o presente, mas também com o futuro imediato da mobilidade familiar.

Como estas tendências influenciam a compra da família portuguesa

Na prática, as tendências Opel obrigam as famílias portuguesas a pensar para além da ficha técnica. Em vez de olhar apenas para a potência do motor ou para o tamanho da jante, torna‑se fundamental considerar como o carro encaixa na rotina real: cabe na garagem do prédio? O porta‑bagagens aguenta um fim de semana com três filhos, carrinhos de bebé e brinquedos? Os consumos em cidade são compatíveis com o trajeto diário até ao trabalho?

Vale a pena ler :  Toyota comparação dos modelos SUV para o mercado nacional

É aqui que entra um novo tipo de comparação entre marcas. Enquanto algumas famílias preferem SUVs de marcas japonesas com reputação de baixo consumo, como se vê em propostas da Nissan focadas em eficiência, outras olham para carrinhas de marcas premium alemãs, como os modelos familiares BMW destacados em carros de luxo para Portugal. A Opel posiciona‑se num meio termo interessante: procura oferecer espaço, preço ainda acessível e tecnologia suficiente para competir com rivais de segmentos mais altos, sem perder o pé no mercado de famílias que contam cada euro ao fim do mês.

Um exemplo concreto é o de um casal em Braga, com dois filhos em idade escolar, que diariamente faz percursos curtos em cidade, mas que várias vezes por ano desce ao Algarve ou sobe à Serra da Estrela. Um SUV médio como o Grandland permite usar modo elétrico nos percursos urbanos (se for híbrido plug-in) e manter consumos equilibrados nas viagens mais longas. Ao mesmo tempo, a altura ao solo e o conforto da suspensão oferecem confiança quando se entra em estradas secundárias ou caminhos de terra, algo ainda comum em muitas zonas rurais portuguesas.

No fim, o que estas tendências mostram é simples: a Opel deixou de falar apenas de cavalos de potência e litros de bagageira. Fala de estilos de vida, rotinas familiares e necessidades específicas, como facilidade de instalar cadeirinhas ISOFIX, boa visibilidade em manobras e conectividade suficiente para que pais e filhos sintam que o carro acompanha o ritmo do seu dia a dia. Esta mudança de linguagem aproxima a marca do que as famílias realmente precisam.

Sustentabilidade e carros elétricos Opel no contexto das famílias

A transição para a sustentabilidade deixou de ser apenas um discurso político ou empresarial; chegou ao momento em que impacta diretamente o orçamento das famílias. Com o aumento do preço dos combustíveis fósseis, as zonas de baixas emissões nas cidades europeias e os incentivos à mobilidade limpa, os carros elétricos e híbridos plug-in passam a ser vistos como alternativas concretas também em Portugal. A Opel, ao eletrificar progressivamente a sua gama de carros familiares, posiciona‑se para responder a esse novo cenário.

Para uma família portuguesa, a grande questão já não é se o elétrico “funciona”, mas sim se a autonomia de condução é suficiente para o seu padrão de uso. A experiência com marcas pioneiras, como se pode ver nos modelos analisados em estudos de autonomia da Tesla em Portugal, ajudou o mercado a perceber que carregamentos em casa, trajetos diários curtos e viagens ocasionais são perfeitamente compatíveis com a realidade elétrica. A diferença é que, agora, essa lógica está a chegar a segmentos mais familiares e acessíveis, onde a Opel quer marcar presença forte.

Na prática, um SUV eletrificado para família tem de conjugar três fatores: espaço, custos de utilização e facilidade de carregamento. Nos centros urbanos de Lisboa, Porto ou Coimbra, onde muitos prédios já começam a adaptar garagens com pontos de carga, torna‑se viável ter um Opel elétrico como carro principal da casa. Para quem vive em moradias nos arredores, a situação é ainda mais simples: basta instalar um carregador doméstico e gerir as cargas durante a noite, aproveitando tarifas de energia mais baixas.

Outro ponto importante é a perceção de fiabilidade. Famílias com crianças pequenas tendem a ser conservadoras na escolha de um carro; ninguém quer ficar parado na A1 por falta de bateria. Por isso, além da autonomia teórica, conta a forma como o sistema de gestão de energia informa o condutor, sugere estações de carregamento e permite planear viagens com segurança. A integração de serviços de mobilidade elétrica no painel de infotainment, já visível em várias marcas e referida em portais como mobilidade elétrica em Portugal, torna a experiência mais intuitiva e confiante.

Em termos de tecnologia automotiva, a aposta em plataformas específicas para elétricos permite aproveitar melhor o espaço interior: baterias planas sob o piso, eixos mais afastados e ausência de túnel central libertam centímetros preciosos para joelhos, mochilas e brinquedos. A Opel acompanha esta tendência, criando ambientes de viagem que se aproximam de um pequeno “salão” móvel, onde cada ocupante encontra o seu lugar, tomadas de carregamento e soluções de arrumação engenhosas.

Impacto financeiro e rotinas de carregamento no dia a dia

Para perceber se um elétrico ou híbrido plug-in Opel faz sentido para a família, é fundamental olhar com atenção para as contas. Quem faz percursos diários de 30 a 60 quilómetros em ambiente urbano ou periurbano pode ver a fatura mensal de energia ser bastante inferior ao antigo gasto em gasóleo ou gasolina. Com a crescente concorrência e o aumento da oferta de modelos económicos, como acontece em segmentos de marcas tradicionais analisadas em carros económicos, a pressão para preços mais competitivos também chega à eletrificação.

Uma rotina típica pode ser esta: durante a semana, o carro é carregado em casa ou no trabalho, garantindo sempre uma reserva confortável de bateria. Ao fim de semana, se houver viagem longa, o sistema de navegação planeia as paragens em função da autonomia de condução disponível, aproveitando carregadores rápidos em áreas de serviço. Esta previsibilidade é o que muitas famílias procuram para perder o medo da mudança de tecnologia.

É claro que nem todas as realidades são iguais. Em prédios antigos sem garagem, morar no centro pode complicar a instalação de carregadores. Nesses casos, um híbrido plug-in Opel continua a ser uma alternativa interessante, pois permite andar muitos quilómetros em modo elétrico durante a semana e recorrer ao motor térmico quando necessário. Essa solução intermédia, enquanto a rede de carregamento público continua a crescer, pode ser o ponto de equilíbrio entre sustentabilidade e praticidade.

O efeito final, tanto no ambiente como no orçamento, sente‑se ao fim de alguns anos de utilização. Menor gasto em combustível, menor desgaste de componentes e possíveis vantagens fiscais contribuem para um custo total de propriedade mais interessante. Para famílias portuguesas que planeiam manter o carro por muito tempo, esta perspetiva de longo prazo é decisiva na escolha do próximo Opel familiar.

Vale a pena ler :  Jeep comparação de modelos para uso urbano e rural

Segurança veicular avançada nos Opel familiares

Quando o tema é segurança veicular, os carros familiares da Opel em 2025 seguem a tendência europeia de transformar sistemas antes reservados a modelos de luxo em equipamentos quase obrigatórios. A proteção das crianças, a prevenção de acidentes urbanos e a assistência ao condutor em viagens longas entram definitivamente no centro da conversa. Para muitas famílias, a decisão final entre dois modelos semelhantes acaba muitas vezes por ser ditada pelos sistemas de segurança incluídos de série.

Entre os recursos cada vez mais comuns destacam‑se a travagem automática de emergência com deteção de peões e ciclistas, o aviso de saída de faixa com correção ativa da direção, o controlo de cruzeiro adaptativo e os sensores de ângulo morto. Em ambiente urbano, estes sistemas reduzem significativamente o risco de toques, atropelamentos ou colisões em engarrafamentos, algo bem conhecido de quem circula diariamente no eixo Matosinhos–Porto–Gaia ou entre a Segunda Circular e o IC19 em Lisboa.

Nos percursos em autoestrada, a combinação de cruise control adaptativo com assistente de manutenção na faixa proporciona ao condutor um apoio importante, sobretudo quando há crianças a reclamar no banco traseiro, mensagens a chegar ao telemóvel e cansaço acumulado. Embora não se trate de condução autónoma total, esta ajuda reduz o stress, mantendo o carro centrado e a distância correta em relação ao veículo da frente. É aqui que a autonomia de condução, entendida como capacidade do carro assumir parcialmente as tarefas em viagem, começa a ganhar significado concreto.

Outro aspecto decisivo é o cuidado com as cadeirinhas infantis. Pontos de ancoragem ISOFIX bem visíveis, portas traseiras com grande ângulo de abertura e cintos com pré-tensores modernos fazem a diferença na rotina de quem instala e retira cadeiras com frequência. Os Opel familiares mais recentes tendem a pensar nestes detalhes: bancos traseiros deslizantes, piso quase plano e comandos simples para rebatimento dos assentos ajudam a transformar o momento de embarque numa tarefa menos cansativa.

A qualidade estrutural da carroçaria, os materiais utilizados e os múltiplos airbags completam este cenário. Em colisões laterais ou frontais, a absorção de energia e a correta retenção dos ocupantes reduzem de forma significativa o risco de ferimentos graves. Os testes de segurança europeus, cada vez mais exigentes, obrigam as marcas a ir além do mínimo legal, e o resultado é um patamar de proteção que, há poucos anos, estaria reservado apenas aos topos de gama.

Rotinas portuguesas e o papel da segurança no uso diário

Em Portugal, muitos acidentes com famílias acontecem em percursos aparentemente banais: levar os filhos à escola, manobrar na garagem do condomínio, estacionar em ruas estreitas de bairros históricos. Nestes contextos, sensores de estacionamento, câmaras de marcha-atrás e alertas de tráfego cruzado traseiro deixam de ser “mimos tecnológicos” e passam a ser ferramentas de prevenção quotidiana.

Pense-se numa família que vive em Almada e estaciona diariamente numa rua inclinada e apertada. Um Opel com assistente de partida em rampa, câmara traseira de boa definição e deteção de obstáculos ajuda a evitar toques nos muros típicos das zonas antigas, mas também a proteger crianças que possam atravessar de forma inesperada. Pequenos incidentes, por vezes caros, são assim evitados antes de acontecerem.

Os próprios adolescentes acabam por beneficiar destes avanços. Quando chega a altura de tirar a carta e utilizar o carro da família, sistemas como limitador de velocidade, monitorização de atenção do condutor e alerta de fadiga podem ser decisivos para travar comportamentos de risco. Ao mesmo tempo, a conectividade permite aos pais verificar algumas informações sobre o uso do veículo, fomentando uma cultura de responsabilidade partilhada.

Esta combinação de tecnologia e bom senso cria um ambiente em que o carro deixa de ser apenas um meio de transporte e passa a ser uma espécie de “guarda-costas digital” para toda a família. E, com a competição crescente no segmento familiar — onde marcas como Skoda, com as suas carrinhas amplas destacadas em modelos familiares para Portugal, também reivindicam protagonismo —, a Opel precisa de manter um padrão elevado para continuar a ser opção principal.

Design automotivo e espaço: como a Opel reinventa o carro de família

O design automotivo dos Opel familiares atuais mostra como a estética se tornou inseparável da funcionalidade. As linhas mais quadradas e robustas dos SUVs não são apenas uma questão de moda; respondem a exigências concretas de espaço interior, visibilidade e acessibilidade. Ao mesmo tempo, detalhes como assinatura luminosa marcante, grelhas fechadas em versões elétricas e jantes bem desenhadas ajudam a que pais e filhos sintam orgulho no carro parado à porta de casa.

No interior, a tendência é para “salas móveis” bem organizadas. Painéis de instrumentos digitais, consola central elevada, múltiplos espaços de arrumação e bancos traseiros deslizantes criam um ambiente versátil, capaz de se adaptar a cenários muito diferentes: semana de trabalho com mochilas e sacos de desporto, viagem com malas médias, ida ao IKEA ou a uma casa de férias cheia de caixas e brinquedos. A modularidade é um dos grandes trunfos, permitindo rebater apenas parte dos bancos ou criar pisos planos para objetos volumosos.

Em termos de materiais, a Opel segue a tendência de misturar superfícies suaves ao toque com detalhes em tecidos resistentes e plásticos de boa qualidade, fáceis de limpar. Famílias com crianças pequenas conhecem bem o desafio de viagens com bolachas, sumos e areias de praia espalhadas pelo interior. Superfícies fáceis de manter e tapetes práticos fazem toda a diferença no dia a dia.

Outra dimensão importante é a acústica. Um bom carro familiar tem de ser silencioso o suficiente para permitir conversas tranquilas, ouvir música com qualidade ou, simplesmente, deixar que as crianças adormeçam sem serem incomodadas por ruídos de rodagem. O reforço de isolamento nas portas, vidros e piso está diretamente ligado a essa experiência de conforto, especialmente em viagens nocturnas na A2 ou na A8.

Vale a pena ler :  Skoda avaliações dos carros familiares ideais para Portugal

Ao nível do estilo exterior, a Opel procura um equilíbrio entre robustez e elegância. Linhas dinâmicas, tejadilhos a duas cores e assinaturas LED conferem modernidade sem exageros, bastante adequado a um público que procura um carro “com presença”, mas não ostentatório. Em Portugal, onde o gosto pela discrição ainda pesa em muitas escolhas, esta abordagem tem ganho espaço.

Exemplos práticos de organização do espaço para famílias portuguesas

Considere uma família de quatro pessoas que vive em Leiria e costuma fazer fins de semana prolongados na Serra da Estrela. Um Opel com bagageira generosa permite carregar malas, casacos grossos, botas de neve e até trenós pequenos, mantendo ainda espaço para uma geleira. O banco traseiro rebatível em proporção 40/20/40 oferece a liberdade de transportar um objeto longo, como um par de esquis, sem sacrificar totalmente o lugar de um dos filhos.

Já uma família de Lisboa, com três crianças em idades diferentes, beneficia de um interior com múltiplos porta-objetos: compartimentos nas portas para garrafas de água, bolsas nos encostos dos bancos dianteiros para tablets e livros, e uma consola central com espaço para cabos e auscultadores. Este tipo de organização reduz a sensação de caos que tantas vezes surge em viagens longas, especialmente quando cada ocupante leva o seu “mundo portátil”.

Para famílias que transportam regularmente animais de estimação, um piso de bagageira ajustável e pontos de fixação para redes ou grades são fundamentais. Permitindo separar bem a zona dos passageiros do espaço do animal, aumenta‑se a segurança e o conforto de todos. Alguns proprietários recorrem ainda a acessórios específicos, como tapetes de borracha ou proteções laterais, que se encaixam particularmente bem em bagageiras de SUVs Opel.

Este cuidado com a organização mostra que o design não é apenas aparência, mas a forma como o carro se integra numa vida familiar real. Ao conjugar linhas modernas com soluções inteligentes de espaço, a Opel segue a mesma lógica que tem levado outras marcas a investir fortemente no segmento familiar, como se vê na diversidade de propostas a gasolina e híbridas da Mazda ou nos familiares elétricos de outras marcas premium.

Como escolher o Opel familiar certo para a realidade portuguesa

Depois de compreender as tendências de sustentabilidade, tecnologia automotiva, segurança veicular e design automotivo, surge a grande pergunta: que Opel faz mais sentido para a família portuguesa média? A resposta depende menos de modas e mais de uma análise honesta da rotina diária, do orçamento e dos planos para os próximos anos.

Uma forma simples de começar é fazer uma pequena lista de prioridades. Famílias que vivem em centros urbanos apertados, como Lisboa ou Porto histórico, podem valorizar mais a compacidade e a facilidade de estacionamento, preferindo SUVs mais pequenos ou até hatchbacks espaçosos. Já quem mora em zonas suburbanas ou rurais, com facilidade de estacionamento e estradas mais abertas, tende a beneficiar de SUVs médios com maior capacidade de bagageira e melhor comportamento em pisos irregulares.

Outra variável é o tipo de utilização anual. Se a maior parte dos quilómetros for feita em cidade, com percursos curtos, versões híbridas plug-in ou elétricas ganham vantagem clara, permitindo tirar máximo partido da autonomia de condução em modo elétrico. Se, pelo contrário, a família faz regularmente viagens longas, um motor térmico eficiente ou um híbrido bem equilibrado podem oferecer melhor relação entre consumos, autonomia e custo de aquisição.

Importa ainda olhar para o mercado em redor: além da Opel, famílias portuguesas avaliam SUVs e carrinhas de diversas marcas. Há quem prefira a sobriedade de uma carrinha executiva alemã, quem se encante com o luxo de um familiar topo de gama ou quem veja em desportivos icónicos — analisados em contextos mais aspiracionais, como em eventos automóveis da Ferrari em Portugal — um sonho para o futuro. No entanto, quando a conversa volta ao presente, o Opel familiar certo será o que melhor equilibra razão e emoção.

Para facilitar esta análise, é útil considerar alguns critérios objetivos.

  • Espaço interior e bagageira: verificar se cabem cadeirinhas, carrinhos de bebé, mochilas e malas típicas das viagens da família.
  • Consumos e custos de energia: comparar gasto de combustível ou eletricidade com a quilometragem anual prevista.
  • Tecnologia de segurança: confirmar presença de ISOFIX, travagem automática, assistentes de faixa e controlo de cruzeiro adaptativo.
  • Conectividade e conforto: avaliar qualidade do sistema multimédia, número de portas USB, apoio à navegação e qualidade dos bancos.
  • Orçamento total: incluir prestações, seguro, manutenção e eventuais custos de instalação de carregador doméstico.

Ao cruzar estes pontos, cada família cria um retrato bastante fiel do que realmente precisa. E, nesse exercício, os Opel familiares que melhor encaixarem nessas prioridades surgirão naturalmente como favoritos, seja entre SUVs, carrinhas ou modelos eletrificados.

Os carros familiares Opel são uma boa opção para famílias portuguesas que fazem muitos quilómetros por ano?

Sim. Os SUVs e carrinhas Opel recentes foram pensados para combinar conforto em autoestrada, consumos equilibrados e elevada segurança veicular. Para quem faz muitos quilómetros, versões híbridas plug-in ou motores térmicos eficientes podem oferecer um bom compromisso entre desempenho, custos de utilização e espaço interior, especialmente em rotinas que misturam cidade e viagens longas.

Vale a pena escolher um Opel eletrificado como carro principal da família?

Depende da rotina e da infraestrutura disponível. Famílias que têm garagem com tomada e fazem sobretudo percursos urbanos ou periurbanos beneficiam de custos de energia mais baixos e de uma condução mais silenciosa. Em Portugal, a rede de carregamento continua a crescer, tornando mais fácil planear viagens ocasionais. Se as deslocações são muito longas e frequentes, um híbrido plug-in pode ser uma opção mais flexível.

Que sistemas de segurança são mais importantes num Opel familiar?

Para uso familiar, é essencial procurar travagem automática de emergência, assistente de manutenção na faixa, controlo de cruzeiro adaptativo, sensores de ângulo morto e bons sistemas de retenção para cadeirinhas (ISOFIX). Câmaras de marcha-atrás e sensores de estacionamento também são valiosos, sobretudo em cidades portuguesas com ruas estreitas e estacionamento difícil.

Como saber se o espaço de bagageira de um Opel é suficiente para a minha família?

O ideal é visitar um concessionário e simular a carga típica: carrinhos de bebé, mochilas escolares, malas e, se for o caso, caixas de transporte de animais. Muitos modelos Opel têm bagageiras moduláveis, com piso ajustável e bancos rebatíveis em diferentes proporções, permitindo adaptar o espaço às necessidades específicas de cada família.

SUV ou carrinha Opel: qual é melhor para uso familiar em Portugal?

Ambos os formatos podem funcionar bem. Os SUVs oferecem posição de condução elevada, melhor acesso a cadeirinhas e mais confiança em estradas de piso irregular, comuns em zonas rurais. As carrinhas tendem a ter consumos ligeiramente mais baixos em autoestrada e uma bagageira mais baixa e longa, prática para cargas volumosas. A escolha depende sobretudo do tipo de estradas mais utilizadas e do gosto pessoal da família.

Leave a Reply

Votre adresse e-mail ne sera pas publiée. Les champs obligatoires sont indiqués avec *